quinta-feira, 20 de abril de 2017

Opiniões de idiotas cultos e ignorantes




Embora os conhecimentos humanos sejam fragmentos da totalidade de sua existência, não significa que quem é versado em um conhecimento, possa dar opiniões sobre todo o resto com a mesma convicção. Algumas pessoas reivindicam a especialização em suas áreas devido ao tempo de formação necessário para tal construção de conhecimento para falar sobre seus temas, mas pensam que todos os assuntos que se encontram em “conversas de boteco” possam ser abordadas por todos da mesma maneira. Temas como política e religião são os que mais aparecem nesses pretensos conhecimentos de domínio público. Não se estuda esses fenômenos, porém fala-se como se todos soubessem exatamente o que é.

sábado, 15 de abril de 2017

Aceite críticas: notas sobre minha tese e o Facebook



Pouco depois de defender minha tese* de doutorado e ver alguns debates enraivecidos no Facebook, acabei refletindo sobre algumas coisas e, na medida em que as ideias surgiram, escrevi postagens avulsas sobre a dificuldade de algumas pessoas de serem criticadas. Dessas postagens, três acabaram se tornando a reflexão que segue, com ligeiras alterações para dar uniformidade ao raciocínio.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Apresentação da minha tese de doutorado



O título da tese sugere a síntese do que pretendo apresentar nela, a saber: A filosofia da religião a partir de “O conceito de tempo” de Martin Heidegger. O esclarecimento dos termos apresentados no título servirá de caminho para a exposição do conteúdo da tese. Começo, portanto, pelo fim do título: Martin Heidegger. Heidegger é o autor do referencial ao qual recorro para pensar a possibilidade de uma filosofia da religião a fim de contribuir para a pesquisa dentro da Ciência da Religião. Portanto, não vou aqui pensar em filosofia ou expor o que se entende como tal em sentido lato, como o que se pode encontrar nos manuais, mas como o filósofo alemão a sugere.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Resenha: Helena – Machado de Assis



Resenha: MACHADO DE ASSIS. Helena. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1994. (1876)

Helena é o terceiro romance de Machado de Assis, publicado em 1976. O texto trata da chegada de uma jovem filha bastarda, chamada Helena, após a morte de seu pai à casa da família deste, sem que os da casa soubessem da existência dela. Toda trama se desenvolve em torno da relação entre a recém chegada e todos os relacionados à nova família.


Dividido em vinte e oito capítulos, o romance machadiano tem como pano de fundo a realidade da sociedade carioca em meados do século XIX. Narra os desdobramentos da chegada de Helena a sua nova família: as incertezas iniciais, a conquista da simpatia e o desfecho inesperado.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Resenha: A mão e a luva – Machado de Assis



Resenha: MACHADO DE ASSIS. A mão e a luva. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1994. (1874)

O romance intitulado A mão e a luva foi o segundo a ser publicado por Machado de Assis, em 1874. Originalmente as partes do texto foram publicadas diariamente em jornal e, somente depois, unidas em livro. A história é ambientada nos anos cinquenta do século XIX e é centrada na figura de Guiomar, uma jovem bela e notável por sua personalidade forte. O autor desenvolve o rumo dos outros personagens a partir dela.

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